domingo, 18 de fevereiro de 2018

Por que o Supremo livrará Lula da cadeia? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Para que seja respondida essa indagação necessário será examinar o perfil de cada um dos onze Ministros do Supremo Tribunal Federal, 7 (sete) dos quais nomeados durantes as gestões presidenciais de Lula da Silva ou Dilma Rousseff, ambos do PT, entre 2003 e 2014.
Sabe-se que o “habeas corpus” preventivo contra a prisão de Lula, conforme decisão da Egrégia 8º Turma do STF-4, confirmando sentença do Juiz Federal Sérgio Moro, de Curitiba, foi alvo de algumas peripécias estranhas lá no STF, após o recurso contra a sua rejeição no Tribunal Superior de Justiça, e que acabou por cair no “colo” do Pleno do STF, composto pela totalidade dos seus Ministros.
Mas como a repercussão da decisão que for tomada pelo Tribunal poderá ser decisiva para que se acabe com a prisão dos réus após confirmação da condenação em segunda instância, conforme orientação do STF vigente, livrando não só Lula das grades, mas por consequência também uma infinidade de outros réus, ou futuros réus, de praticamente TODOS OS PARTIDOS POLÍTICOS com representação parlamentar na esfera federal, é evidente que “livrando a cara” de Lula, muitos outros também ficarão livres.
Alguns Ministros do STF que não foram nomeados no período do PT já manifestaram suas posições firmes no sentido de também ser eliminada a prisão de réus pela só condenação em juízo colegiado, e que isso deva ocorrer somente após o trânsito em julgado da decisão, sem possibilidade de outros recursos.
Mas esses “outros” Ministros estariam mesmo “pensando”, ”objetivando” LULA, ou outros “enleados” com a Lava Jato, a exemplo de Aécio Neves, e tantos outras figuras proeminentes da política? Todos com “vinculações” diretas ou indiretas com algum Ministro “X” ou “Y”. E qual seria o tamanho do favorecimento ao pessoal “enleado” do PSDB/PMDB e outros partidos com essa nova decisão? Lula teria o poder de “soltar” todos?
Alguns já devem ter observado que somente a “pessoa” do Sr. Lula tem o insuperável poder de concentrar em si mesmo talvez mais da metade do tempo de trabalho do STF. Mais parece que esse Tribunal existe para servi-lo com (quase) exclusividade. Qual outro ”mortal” já teria tomado tanto tempo do STF? Não seria muito caro manter um Tribunal desses para tal fim (principal)?
Desde o momento em que o Supremo altere o entendimento que vinha mantendo até agora, ou seja, de mandar para as “grades” aqueles que tenham a condenação à prisão confirmada em juízo colegiado, é evidente que essa decisão acabará beneficiando a universalidade dos réus presos que se encontram na mesma situação de Lula. Quantos seriam? Dezenas? Centenas? Milhares? Não estaria sendo resolvido, de “carona”, de forma perversa e indireta, a superlotação dos presídios? Quantos corruptos seriam libertados para poderem continuar roubando? O que já roubaram não basta?
Trocando em miúdos, os que ainda conseguem pensar com os “neurônios” no lugar certo, bem sabem que LULA NÃO SERÁ PRESO, e que terá praticamente todo o Supremo Tribunal Federal trabalhando a seu favor, concedendo-lhe o “habeas corpus” preventivo, conforme requerido por seus advogados, com isso desmoralizando e fazendo com que fique desacreditada a JUSTIÇA BRASILEIRA.
Se porventura vencesse o lado mais virtuoso das Forças Armadas, num eventual acionamento do comando do artigo 142 da Constituição (Intervenção do Poder Instituinte e Soberano do Povo), para “valer”, o primeiro Poder a ser DESTITUÍDO teria que ser a cúpula do Poder Judiciário. Ato contínuo, as demais “pedras” (Poderes Executivo e Legislativo) haveriam também que ser removidas, com novas eleições numa democracia verdadeira.
Com certeza, seria a única chance do Brasil retomar o caminho da decência na política e da prosperidade e da justiça nas relações sociais e econômicas.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

O PT através dos tempos

Senadora Gleisi Hoffmann falsifica foto do juiz Sérgio Moro e é desmascarada por um leitor atento.

A senadora mais uma vez apela para o "Fake News". Bastava dar um zoom pra perceber

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, depois de espalhar uma foto de uma faixa na torcida de um clube europeu como se fosse homenagem a Lula, agora divulga uma fotomontagem do juiz Sergio Moro, como se fosse imagem real, para tentar atingir a reputação do juiz.
É um crime de injúria e difamação. Uma falsificação bandida da petista.
“Afe, muitos interesses por trás! Menos os do povo!!!”, escreveu Gleisi no Twitter, ao compartilhar uma imagem de Moro à frente de um quadro de patrocinadores de evento e também a versão ampliada de uma parte do quadro, na qual se veem a logomarca do PSDB e a da Rede Globo.
Acontece que um cidadão divulgou a foto original do juiz no evento em questão, com o crédito do fotógrafo Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil, na qual o quadro de patrocinadores não existe, como qualquer um pode comprovar em uma pesquisa rápida nos sites de busca.
“Eu conto, vocês contam ou ela já sabe?”, ironizou Thiago, o cidadão que denunciou a farsa.
Para acompanhar toda a história narrada pelo leitor Thiago da Pacificação.

Entrevista do General Augusto Heleno à BandNews sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro

Ataques de 'tucanos' e 'petistas' fazem Bolsonaro crescer

Efeito contrario; Tiro no pé. Quanto mais atacado, mais Bolsonaro cresce.
Consenso:
Eleitor quer mudanças. Acreditar em alguém que traga esperanças e os Jurássicos continuam com o mesmo discurso.
O novo talvez decepcione, mas o simples fato de trazer a ilusão momentânea, já vale a aposta.
Não defendo Bolsonaro. Não temos procuração ou interesse.
PT e PSDB ainda não entenderam; cenário mudou.
Não há mais a polarização. Eleição pulverizada entre vários candidatos, com chances de chegar.
Militantes devem entender. Seus Partidos cometeram erros crassos. Estão com credibilidade destroçada e a prioridade é limpar a imagem, não partir pra destruir a de outros.
Provar culpas de terceiros nivela por baixo.
Filme já visto. Grandes ficam se degladeando, lavando roupa suja, expondo falhas, confirmando o que eleitor já desconfiava, enquanto outro corre por fora, surge como elemento surpresa e vence.
Estratégia equivocada inspira perguntas.
Por quê atacam só Bolsonaro e nada falam de Ciro ou Álvaro Dias?
Conclusão mais usual.
Porquê cresce nas pesquisas e deve ser boa opção.
PT e PSDB, viciados na Zona de Conforto do eles X eles, não estão sabendo jogar.
Brasileiro cansou de discurso de desqualificar. Hora de mostrar virtudes de quem apóia, não defeitos de oponentes.
Soa como: Ladrão por Ladrão, vote em nós meu irmão!... Ele rouba mais que nós.
PSDB tem de se concentrar em explicar comentários infelizes de FHC.
Desvincular Alckmin da decepção com Aécio. Apagar mal estar criado por Dória, saindo igual a um faminto em busca da Presidência e virando as costas pra cidade que o elegeu em primeiro Turno.
Situação do PT muito mais grave; respira por Aparelhos.
É muito desgaste; impossível de reverter.
Quem deseja o tão cobiçado deverá mostrar que o merece. O Eleitor se tornou mais crítico.
Se Tucanos e Mortadelas não mudarem postura, colocarão Bolsonaro e Alvaro Dias no segundo Turno.

Diferença entre comunismo e anti comunismo, segundo Ronald Reagan

Exército já tem mapa do crime organizado

A inteligência das Forças Armadas, do Exército principalmente, tem um mapa do crime organizado no Rio, com a localização provável de instalações como centros de comando e rotas de fuga usados pelas facções em constante movimento pelos morros e comunidades.
Há mais que isso, garantem fontes militares ouvidas pelo Estado, e essas informações serão fundamentais nos próximos dez meses, tempo máximo de duração da intervenção na segurança pública do Estado.
O plano vai manter o conceito geral definido em um amplo estudo, montado e aperfeiçoado a partir da tomada do Complexo do Alemão, em 2010. O problema é a curta duração do processo, que deve chegar ao fim quando terminar a administração do presidente Michel Temer, em 31 de dezembro - ou mesmo antes, diante de condições que podem ser apenas de conveniência política.
A ideia original, em relação à PM, e com execução estimada em até seis anos, passa pela reorganização da estrutura, incluindo aí o reequipamento, a avaliação do pessoal, qualificação, treinamento e recomposição dos quadros mediante novos padrões.
Um perfil de salários dignos, associado a um quadro de progressão na carreira, acompanharia o programa. A intervenção na segurança carioca não é uma operação militar, com tropa e blindados nas ruas, "um arremedo de show ruim", de acordo com um oficial. Ele lembra que o uso de pessoal em tarefas conjuntas com a polícia está em curso, por meio de um mandato de 2017 e que se poderá se estender até o fim do ano.
Em determinados momentos foram mobilizados até 3,5 mil combatentes do Exército, Marinha e Aeronáutica. O que acontece agora é diferente: é uma ocupação das posições na administração e controle. O decreto é claro ao explicitar que o interventor, general Walter Braga Netto, poderá requisitar "recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro necessários à consecução do objetivo".
Roberto Godoy

Luciano Huck: o que deixou de ser antes mesmo de ter sido ✰ Comentário de Joice Hasselman

Silvio Santos deve aparecer nas próximas pesquisas presidenciais

Só de galhofa, ou não, Silvio Santos aceitou colocar o nome nas pesquisas eleitorais para presidente da República, diz o jornalista Fábio Campana
"Silvio aposta que com absoluta certeza aparecerá bem à frente do concorrente da Globo."
Lembrando que o homem do baú já esteve à beira de ser presidente em 1989. O apresentador chegou a aparecer em segundo lugar nas pesquisas de opinião, logo atrás de Fernando Collor, até então líder disparado nas intenções de voto.
A polarização entre Collor e Silvio Santos desesperou a esquerda. 
Misteriosamente, o PMDB acabou conseguindo impugnar a candidatura de Silvio porque o PMN havia realizado apenas quatro convenções regionais, quando a lei exigia que fossem nove. 
Quem descobriu a irregularidade foi ninguém mais ninguém menos que Eduardo Cunha, um dos mais importantes apoiadores de Collor.
Em 1991, quando Collor já ocupava a presidência, Silvio Santos conseguiu lançar seu título de capitalização, a famosa Tele Sena.

O amor a bandido é tanto que... ainda vão pedir, em breve, para serem vítimas

Criação do Ministério da Segurança recebe muitas críticas

O presidente Michel Temer anunciou pela primeira vez neste sábado, no Rio de Janeiro, a intenção de criar nas próximas semanas o Ministério da Segurança Pública. Porém, não anunciou quem será o titular da pasta e disse apenas que o novo ministério vai coordenar as ações de segurança pública no Brasil, "sem invadir as competências dos estados". 
Nos últimos dias, integrantes do Governo Federal já vinham antecipando a intenção do Palácio do Planalto de criar o ministério, que passaria a ser responsável pela Polícia Federal, atualmente subordinada ao Ministério da Justiça. Após a reunião, em uma fala à imprensa, Temer disse que pretende criar a nova pasta nas próximas semanas. Ele disse que o ministério vai coordenar as ações de segurança pública no país, "sem invadir as competências dos estados". O presidente não deu mais detalhes. De acordo com o que já vinha sendo elaborado no governo, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Departamento Penitenciário Nacional e a Secretaria de Segurança Pública sairiam da alçada do Ministério da Justiça e ficariam sob o comando da nova pasta. 
O ministério seguiria desenvolvendo políticas preventivas de combate às drogas e programas de recuperação de ativos no exterior, além de ficar responsável pelos temas relacionados a estrangeiros e refugiados, pelo combate a carteis econômicos e pela defesa do consumidor. Porém, as maiores críticas não deixam claro se são de pessoas apenas contrárias à medida, com o PT já avisando que seus deputados e senadores votarão contra a aprovação a intervenção, certamente por anteverem que os militantes poderão ser objeto de repressão por terem sido incentivados por líderes do partido a promoverem badernas caso o ex-presidente Lula seja preso. 
Há juristas que consideram a medida inconstitucional, enquanto outros, contrários ao presidente Temer, afirmam tratar-se apenas de mais um cabide de emprego promovendo uma farta distribuição de cargos que seria revertida em votos no Congresso Nacional e em apoio ao candidato oficial do Planalto à Presidência da República em outubro deste ano. Seja ou não uma jogada de marketing do Governo para melhoria de sua imagem, a verdade é que alguma medida enérgica tinha de ser tomada, principalmente depois de o governador Pezão confessar publicamente que havia perdido o controle do combate ao crime organizado no Rio de Janeiro. E é bom que o Exército comece a agir com bastante rigor contra as milícias por serem compostas pela banda podre das polícias fluminenses.

Luciano Huck nunca foi candidato ✰ Comentário de Carlos Andreazza

Intervenção Militar no RJ. é pouco! Tem que ser em todo País.

Diante da insegurança, incompetência do governo Pesão e o inferno no qual está vivendo a população do Rio de Janeiro, a intervenção no Estado até que demorou muito. Todavia, o que se observa é que essa situação não é uma particularidade do povo fluminense, ela estar contida de Norte a Sul do Brasil.
No Rio, o Governo Federal entregou apenas o poder policial ao Comando do Leste, mas na verdade, deveria era ter entregue todo o Estado aos militares. Entregou o poder de policia, porque, segundo Temer, a insegurança não poderia continuar. Ora! Os cariocas vivem assustados temendo pela vida e pelos seus bens materiais, porém a situação não diferencia muito do contexto Nacional.
Hoje, no Brasil reina a insegurança, roubos, assaltos, tráfico de drogas, estupros e, como base de apoio, respaldando os marginais que praticam essas atrocidades, temos: a corrupção dos políticos e a passividade dúbia da Justiça, que acovardada diante de um tal foro privilegiado processa um somatório de salvo-conduto que no fim, se transforma no fator responsável por todas as mazelas pelas as quais passa o povo e que, na intimidade é conhecida como: IMPUNIDADE.
No entanto, essa meia intervenção poderá custar muito caro aos brasileiros. Sem poder de mando total, os militares não poderão usar a tática de guerra que é eliminar o inimigo, ou seja, matar a maior quantidade possível e prender alguns. Porém, se a intervenção demorar muito, parte da tropa poderá ser aliciada, se corromper e no fim, as FFAA sairão da Cidade Maravilhosa, totalmente, desmoralizadas.

Wall Mart anuncia que vai aumentar o salário de todos os seus funcionários

Ex presidente José Sarney luta na justiça para manter aposentadoria de 73 mil

Enquanto milhões de brasileiros aguardam com apreensão as mudanças previstas na reforma da Previdência, o ex-presidente da República e do Senado José Sarney (PMDB) trava uma batalha judicial para manter sua tripla aposentadoria, que lhe garante uma renda de R$ 73 mil por mês. O valor representa mais que o dobro do teto constitucional para o servidor público no país, o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje fixado em R$ 33,7 mil. Sarney foi condenado pela Justiça Federal em Brasília a devolver aos cofres públicos tudo o que recebeu acima desse teto desde 2005. O montante anterior não foi cobrado por ter prescrito o prazo de punção judicial – ou seja, o Estado perdeu o prazo para reivindicá-lo.
O ex-presidente acumula uma pensão no valor de R$ 30.471,11 mil como ex-governador do Maranhão, outra de R$ 14.278,69 mil, que recebe como servidor aposentado do Tribunal de Justiça maranhense, e mais R$ 29.036,18 mil como ex-senador.
Para a juíza Cristiane Pederzolli Rentzsch, da 21ª Vara Federal, que condenou o senador em 25 de agosto de 2016, a soma desses benefícios não poderia ultrapassar o teto remuneratório fixado pela Constituição. Sarney recorre da decisão. Além de determinar a devolução do dinheiro recebido ilegalmente, a juíza mandou o ex-presidente abrir mão de benefícios para se enquadrar no limite constitucional. Em sua sentença, Cristiane não fixa o valor a ser ressarcido aos cofres públicos. Se for aplicada a atual diferença entre o que o peemedebista embolsa e a remuneração de um ministro do STF, se considerado desde os cinco anos anteriores à data em que o processo foi autuado no tribunal, a conta pode passar dos R$ 4 milhões.

Stédile veste farda de general de cordão carnavalesco para assustar o Brasil ✰ Comentário de Augusto Nunes

Jeany Mary Corner, cafetina dos emplumados petistas do Mensalão, foi pega roubando carne congelada

A poderosa ex-cafetina do Mensalão Jeany Mary Corner, guardiã de alguns dos segredos mais bem guardados da República, foi flagrada furtando rabada congelada em um bar da 313 Sul, em Brasília. O dono não registrou ocorrência. 
Pivô do escândalo que derrubou o ex-ministro Antonio Palocci, Jeany Mary fornecia prostitutas para autoridades, durante o governo Lula (PT), cobrando até R$ 10 mil por programa. 
Em 2013, Jeany Mary chegou a ser presa sob a acusação de comandar uma rede de prostituição de luxo, na capital.
O bar estava cheio e Jane fingiu que ia ao toalete. Subiu a escada e desviou para a cozinha, pegou a carne congelada e pôs na bolsa.
Quando o proprietário tomou-lhe a rabada, Jeany Mary Corner ainda fez ironia: “Pensei que fosse um filé..."

Amai-vos uns aos outros

Onde estão os artistas canalhas defensores de Lula?

  
A confirmação da condenação do ex-presidente Lula a uma pena de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro parece ter refreado o ímpeto dos artistas órfãos das mamatas da Lei Rouanet. Cobrados por subordinados de Lula pelos favores que devem ao petista e ao partido, os artistas eram praticamente obrigados e empenhar sua credibilidade e influência junto ao público para defender Lula e atacar o juiz Sérgio Moro. A ordem era desqualificar desqualificar o magistrado e todo o trabalho árduo realizado pelos integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.
Antes de Lula ser sentenciado por um tribunal de Segunda Instância e ter seu destino selado, muitos artistas petista ainda ousavam promover campanhas agressivas contra o governo Temer, exercer pressão na imprensa e nas redes sociais pedindo a volta do PT ao poder, mesmo cientes que o partido implantou uma cultura agressiva de corrupção na administração pública.
Mas parece que o jogo virou, não é mesmo? Enquanto os próprios membros do PT vão jogando a toalha diante da perspectiva de Lula ser preso nas próximas semanas, os artistas órfãos das mamatas do PT também vão sumindo da imprensa e das redes sociais.
Muitos até se esconderam na semana em que Lula teve sua condenação confirmada por unanimidade pelos desembargadores da 8.ª Turma do TRF-4. A expectativa agora é esperar a poeira baixar após a prisão de Lula. Alguns já estão ensaiando uma nova narrativa, na qual pretendem alegar que também foram enganados pelo petista. Tudo vai depender da direção do PT dar o sinal verde para as novas desculpas que estão sendo elaboradas, com vistas a aliviar a barra de candidatos do partido nas próximas eleições.

18 de Fevereiro - Dia de Linguado Recheado com Caranguejo

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Bolsonaro é contra intervenção no Rio de Janeiro

 
Jair Bolsonaro disse a O Antagonista que não concorda com o modelo de intervenção de Michel Temer na segurança do RJ.
“É uma intervenção decidida dentro de um gabinete, sem discussão com as Forças Armadas. Nosso lado não está satisfeito. Estamos aqui para servir à pátria, não para servir esse bando de vagabundos.”
Segundo o deputado, autorizar os militares a atuarem na segurança sem a aprovação do “excludente de ilicitude” não resolve o problema. “No Haiti, você podia atirar. Aqui como vai ser?”
“Todo mundo diz que estamos em guerra. O Rio está em guerra. Mas que guerra é essa que só um lado pode atirar? Qualquer um do lado de cá, que tome uma medida de força, vai ter problemas depois na Justiça, seja o policial militar, o civil ou o rodoviário federal.”
Para Bolsonaro, “o problema da segurança no Rio não vai ser resolvido por decreto presidencial, assinando um papel”.

O Lula não pode ser preso!

Primeiras mulheres na Academia Militar de Agulhas Negras participarão neste sábado da grande formatura de início do curso

Na cidade de Resende, no Rio de Janeiro, neste sábado histórico, 17 de fevereiro, às 09h00, 416 jovens, oriundos da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, entrarão solenemente pelo Portão Monumental da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) para iniciarem mais uma fase da sua formação como oficiais combatentes de carreira do Exército Brasileiro. 
Os alunos da Turma Dona Rosa da Fonseca (Patrono da Família Militar) cursarão, em 2018 o Curso Básico da AMAN e, após esta etapa, continuarão sua formação em uma das armas, quadro ou serviço na Academia. Esta é a primeira turma mista de novos cadetes. 34 mulheres concludentes da Escola Preparatória serão as primeiras cadetes da AMAN. Elas foram admitidas no concurso para a EsPCEx em 2016 e agora chegam nas Agulhas Negras para serem declaradas “Cadetes de Caxias”. 
A AMAN preparou-se longamente para a admissão das mulheres. Além das obras estruturais, uma série de medidas administrativas, burocráticas e jurídicas foram tomadas, assim como a capacitação dos militares envolvidos na formação das cadetes. Elas participarão das mesmas instruções e exercícios militares previstos para o Curso Básico. Os conhecimentos adquiridos pelo oficial combatente de carreira do Exército serão iguais para homens e mulheres, sem qualquer distinção na formação. 
Ao final do Curso Básico elas optarão pelo Serviço de Intendência ou pelo Quadro de Material Bélico, áreas nas quais atuarão por toda a sua carreira militar. 
A cerimônia de Entrada pelos Portões, aberta ao publico, será realizada na Esplanada Ministro Dutra na AMAN em Resende. 
Agência Verde-Oliva / Centro de Comunicação Social do Exército

Debate: O "mimimi" da esquerda contra a intervenção no Rio de Janeiro

Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade comentam as reações de Jean Wyllys (PSOL-RJ), Alessandro Molon (Rede-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Paulo Teixeira (PT-SP) ao decreto do presidente Michel Temer.

Sem Luciano Huck, Fernando Henrique Cardoso, o feiticeiro globalista, agora quer testar o nome do dono da Riachuelo para Presidência

Depois da negativa de seu protegido Luciano Huck, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o porta-voz do globalismo e de George Soros no Brasil, vai insistir em procurar uma alternativa fora de seu partido para a eleição ao Planalto. O primeiro nome a ser testado será o do empresário Flávio Rocha, dono das Lojas Riachuelo. No fim da tarde desta quinta-feira (15), após Huck confirmar que não deixaria a Rede Globo para disputar o pleito, Fernando Henrique Cardoso pediu a um conhecido que trabalha com marketing político a realização de uma pesquisa qualitativa sobre nomes para o Planalto. Fernando Henrique Cardoso, o globalista, está convencido que o provável presidenciável tucano, o governador Geraldo Alckmin (SP), pode não se viabilizar mais à frente na disputa. Hoje ele patina aviação do 10% das intenções de voto. 
Oficialmente, o ex-presidente manterá o apoio ao tucano, mas vai estimular uma outra opção. Flávio Rocha vem namorando a idéia de se candidatar, e tem apoio do grupo MBL (Movimento Brasil Livre), próximo da ala do PSDB liderada pelo prefeito paulistano, João Doria. O empresário chegou a ser citado como eventual vice de Jair Bolsonaro (PSC), mas recusou a idéia ao ser sondado. Fernando Henrique Cardoso não tem afinidade com o MBL e gostaria de um nome mais de centro-esquerda, mas a oferta de opções no mercado está escassa. O movimento deverá indispor ainda mais a ala alckmista do PSDB com o decano do tucanato. Aliados do governador não digeriram os movimentos públicos dele em favor de Huck

Bem vindo a minha casa

Propina financiava até IPVA e conta de luz de Gleisi, diz delator

Reportagem de VEJA conta as revelações do advogado Marcelo Maran, que confessou ter controlado as contas da senadora
Prontuário - A senadora, prestes a ser julgada: o dinheiro da corrupção pagava até conserto de liquidificador

Em depoimento inédito colhido pela Procuradoria-Geral da República, o advogado Marcelo Maran detalhou como dinheiro desviado dos cofres públicos financiou, além das campanhas eleitorais de Gleisi Hoffmann, o conforto da senadora e de sua família.
Segundo Maran, despesas comezinhas da atual presidente do PT e do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, eram bancadas por uma conta-propina abastecida, na ponta, pelo dinheiro do contribuinte. Os gastos incluíam gasolina, taxas de IPVA, conta de luz, condomínio, conserto de liquidificador, brinquedos para seus filhos e pequenos luxos, como motorista particular – informações que ela nega.
Para assistir ao vídeo completo e ler na íntegra a reportagem, clique aqui.

Professores ensinam crianças pequenas a dançar funk #FernandaSalles - Terça Livre

Gleisi está mais próxima da prisão do que de se eleger novamente

Na corrida por manter o foro privilegiado, a senadora Gleisi Hoffmann calcula que, com 100 mil votos, tem chance de se eleger deputada federal. 
No entanto, o Supremo Tribunal Federam pode condena-la mantes mesmo da eleição e manda-la direto para a cadeia. 
Diz a Veja, que “uma de suas ações, deve entrar na pauta do tribunal ainda neste semestre. Nela, Gleisi e o marido respondem por corrupção e lavagem de dinheiro (…). Dado que o Supremo é a última instância da Justiça, a parlamentar, se condenada, se tornará inelegível. Dependendo da pena, ainda pode ser presa.”

Quem canta melhor?

PT tem R$ 1,2 bihões pra campanha de Lula

Impressionante poderio econômico do PT. Avalanche de dinheiro que jorra de todos os lados, em País onde não há verba pra Educação, Saúde e Segurança.
No Poder por 14 anos, Legenda se tornou Máquina de arrecadar dinheiro suspeito, dando origem ao Partidão, pronto pra se perpetuar no Poder. 
Partido se perdeu no meio do caminho. Foi com muita sede ao pote e surgiram novidades não planejadas; Roberto Jefferson, Mensalão, Lava Jato, Moro, Internet, Povo nas ruas, etc
Hoje Partido agoniza e abre a burra para um Sprint Final.
Confesso surpreso. Esperava quantia relevante, mas não nesse patamar. 
Dinheiro suficiente pra comprar voto até de defunto e a ordem é não fazer economia. 
Em 2014, oficialmente, Dilma gastou R$ 350 Milhões; diferença abissal. 
Se vale a máxima que Eleição é dinheiro e no Brasil Cidadania se compra com 100, com mais 20 vem acompanhada de lealdade e beijo na boca, Lula seria imbatível. 
O início do ano foi eufórico e com certeza de virada; reveses abaixaram a crista. 
Sucessivas derrotas no Judiciário inviabilizaram candidatura do Chefe; a casa começa a desmoronar. 
Se não for Lula, verba cai mais de 50%. O total terá destino previsível. 
Dependendo do nome escolhido, não havendo necessária empatia, corre risco de receber menos que Dilma. 
O mais impressionante na farra é saber dessa chuva de dinheiro e nenhum Serviço de Meteorologia saber da existência.

O maior inimigo do Brasil é o brasileiro ✰ Comentário de Paulo Eduardo Martins

Danilo Gentili sobre o carnaval

O que é mais perigoso?

Urnas eletrônicas aparentam não ter confiabilidade e são usadas apenas no Brasil, Cuba e Venezuela

Países do primeiro mundo ignoram o uso das vulneráveis e fatídicas Urnas eletrônicas. Contudo, o voto impresso ratificará o gesto do eleitor. Atualmente, monitoradas pelo crime organizado, na eleição, você sabe em quem votou, mas a urna é quem decide quem irá ganhar a eleição.
Segundo a imprensa, pressionado pela União Nacional de Juízes Federais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes deverá se declarar impedido de relatar a ação que pretende barrar o voto impresso. O caso foi redistribuído a Gilmar na quarta-feira, depois de o ministro Luiz Fux, recém empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se declarar suspeito
Até aí, sem se saber o motivo verdadeiro, mas alegando que o voto impresso representa risco “à confiabilidade do sistema eleitoral, fragiliza o nível de segurança e eficácia a da expressão da soberania nacional por meio do sufrágio universal”, a Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou uma ação direta de inconstitucionalidade contra a impressão do voto.
No entanto, a investida da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também repercutiu entre os peritos da Polícia Federal, que redigiram uma manifestação pública em defesa da mudança. “É esse o objetivo da impressão do voto: ser mais um elemento de segurança para o sistema. Dificuldades pontuais e adequações não devem configurar motivo razoável para não se implementar uma solução que aumentaria a transparência das eleições”, diz a nota da Associação Nacional de Peritos Criminais Federais (APCF).
Segundo o presidente da entidade, Marcos Camargo, o “voto impresso é mais um elemento de segurança”, mas “isso não quer dizer que o sistema de urna eletrônica seja vulnerável ou tenha que ser condenado”. Bem, ele é quem está dizendo isso. Mas, no mundo todo ninguém quer essa desgraça.

Notícia de ontem, hoje e amanhã: Huck candidato? ✰ Comentário de Felipe Moura Brasil

Intervenção na segurança: Por que não tirar Pezão?

Há meses que venho afirmando que a saída para o Estado do Rio de Janeiro é a federalização do sistema de segurança pública. O governo federal optou pela saída errada: a intervenção, que em outras oportunidades já demonstrou ser ineficiente. A diferença entre as duas situações é clara. 
Na federalização as forças de segurança passam a ter o tratamento, não só o comando, das forças de segurança do Distrito Federal, com salários especiais, recursos e apoio integral do governo federal. Aliás, do ponto de vista histórico isso seria justíssimo, e é devido ao nosso estado desde a transferência da capital. 
A intervenção é um mero paliativo para acalmar a população diante dos desastres cometidos na área de segurança pelos governos de Sérgio Cabral e Pezão. 
Como venho afirmando há anos a implantação das UPPs desorganizou o sistema de segurança precário que existia no Rio. Foram abandonadas as delegacias legais, os cursos de formação de policiais, o policiamento ostensivo, como o GETAM (Grupamento Especial Tático Móvel) e outros. 
No Estado sob as mãos, primeiro de Beltrame, e depois de Roberto Sá, o que se viu foi a explosão dos grupos milicianos, o privilégio de uma determinada facção sobre outras na implantação de UPPs, e milhões de recursos jogados fora em sucessivos investimentos equivocados para a Olimpíada e a Copa do Mundo. 
É inegável também que faltou uma escala de contenção da violência, que se inicia pela prevenção, seguido da organização e modernização do aparelho policial, do sistema penitenciário, dos batalhões de polícia, do sistema de inteligência, e por fim de uma repressão qualificada que evite a quantidade de mortes de policiais e pessoas inocentes, atingindo somente quando necessário criminosos, porque o objetivo principal é prendê-los. 
O governo federal demorou a tomar a decisão, e tomou o caminho errado. Se essa for a primeira etapa da federalização melhor, mas não parece. Digo que demorou porque se tivesse feito há mais tempo teria evitado o desperdício dos milhões que foram roubados no aluguel de viaturas superfaturadas na Polícia Militar. Teria evitado o constrangimento de ver o secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, morando na casa de um dos operadores (laranja) do grande saqueador do Rio, Sérgio Cabral. Teria evitado ainda a desorganização do sistema prisional com a criação de um presídio vip, e a colocação à frente da Secretaria de Administração Penitenciária de pessoas incompetentes para desempenhar uma função importante, que é evitar que de dentro dos presídios as ordens continuassem sendo dadas aos criminosos entrincheirados em suas áreas de atuação. 
Toda a sociedade quer a paz, mas achar que ela virá somente pela atuação das forças policiais é um equívoco. Os jovens que hoje estão saqueando supermercados ou sendo "aviões" do tráfico poderiam estar participando de programas sociais como o Jovens Pela Paz e Reservistas da Paz. As comunidades que receberam UPPs, um latão sem o mínimo de condições de trabalho para os policiais, não receberam do Estado nada além de polícia. Viram seus programas sociais serem extintos, e a elite política do Rio se esbaldando e esbanjando na farra dos guardanapos, na compra de mansões e iates, contas no exterior, e outras falcatruas que tanto o Ministério Público Estadual como a Justiça Estadual assistiram de camarote, como se estivessem na Marquês de Sapucaí. O que acontece no Rio é o desfile da Paraíso do Tuiuti somado com o desfile da Beija Flor. 
Achar que uma intervenção da Forças Armadas vai resolver o problema é querer iludir o povo mais uma vez. Segurança pública requer capacitação, investimento em tecnologia, restabelecimento da autoridade moral nas polícias, além de outros fatores que compõem o conjunto de ações para impedir que numa sociedade desigual, comandada por larápios, uma geração inteira caia no crime. 
Faço pequenas observações para terminar este texto. Se o governo federal não estender a intervenção até o sistema penitenciário será tempo e dinheiro jogados fora. Se for para colocar, mais uma vez, tanques nas avenidas Atlântica, Vieira Souto, Brasil e nas Linhas Vermelha e Amarela para proporcionar sensação de segurança, como foi feito em 1994, também é jogar dinheiro fora. Se for criado um Ministério da Segurança para colocar sentado lá gente que participou ativamente da roubalheira no Rio, como está se falando, pois afirmam que o preferido de Temer é José Mariano Beltrame, aí a farsa estará consumada. 
Agora se for o primeiro passo para a federalização pode ser um bom começo. Aliás, uma pergunta que se faz necessária: essa figura melancólica chamada Pezão já não controla as finanças estaduais, após a assinatura do Plano de Recuperação Fiscal, pois a delegação foi dada a um representante do Ministro da Fazenda, conforme previsto na lei aprovada pela ALERJ e no decreto presidencial. Agora não terá mais comando das polícias, dos bombeiros, e esperamos também dos presídios. Ele já está cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral apenas com recurso aguardando julgamento no TSE. O líder do seu governo, deputado Edson Albertassi está preso em Benfica. O grande articulador de suas iniciativas no Legislativo, Jorge Picciani, também está preso em Benfica. O seu ex-braço-direito, Hudson Braga também está preso. O seu mentor como governador do estado, Sérgio Cabral, foi mandado para Curitiba sob acusação verdadeira de que dava ordens de dentro do presídio que Pezão mandou construir para ele e seus amigos. 
Desculpem a franqueza, mas não seria mais fácil decretar uma intervenção no estado e afastar Pezão? 
Talvez o STJ faça isso que Temer não teve coragem de fazer. Aguardemos os próximos dias.

Por isso que este País não vai pra frente...

Mulher rasga saco escrotal do noivo com aliança após ser traída: “Eu estava bêbada”

 
Uma mulher abriu o saco escrotal de seu parceiro com o anel de noivado após ouvi-lo falar ao telefone, com uma suposta amante, no Reino Unido. Rachael Biscoe, de 44 anos, alegou ter ficado furiosa ao encontrar Trevor Camp, de 50 anos, na cama e seminu, conversando com uma chinesa, com quem já desconfiava que ele mantinha um caso.
Durante uma discussão por conta da mulher misteriosa, Biscoe teria rasgado o escroto do noivo com um anel de diamantes , aliança oferecida por ele durante o pedido de casamento. O homem contou à polícia que sentiu uma dor na região da virilha e percebeu que estava sangrando muito, o que o fez acreditar que havia sido esfaqueado.
A suposta amante ouviu a briga pelo telefone, e confirmou aos oficiais a versão contada por Camp. Entretanto, ao longo das investigações, nenhum utensílio ou arma foram encontrados no apartamento do casal, na vila de Poundbury, próxima a Londres.
Caso e julgamento
Rachel afirmou que, por estar bêbada, não teria percebido a gravidade do ferimento que fez em seu noivo. Por isso, saiu para passear com o cachorro de estimação do casal logo depois da discussão.
A vítima ligou para a ambulância na madrugada do dia 8 de dezembro e foi levada para o hospital, sendo atendida pela equipe médica. O homem, porém, precisou retornar ao hospital para a realização de uma cirurgia, devido a uma infecção na área.
A relatora do processo, Elizabeth Valera, expôs ao magistrado que o casal estava em um relacionamento há seis anos, e que passou a se desentender nos últimos tempos. Rachel foi condenada a cumprir quatro meses de prisão após confessar a agressão.
Entretanto, no início dessa semana, o júri de Weymounth voltou atrás na decisão, eliminando dois meses da pena inicial, por considerar o momento de nervosismo a que a mulher foi exposta, além de seus problemas com o álcool. Assim, ela deverá pagar indenização de R$ 1,3 mil ao ex-noivo, além de passar 20 dias na reabilitação e cumprir 160 horas de serviço voluntário.
De acordo com o Daily Mail , Rachael e Trevor não estão mais juntos. Atualmente, ele trabalha como travesti na China, onde se mudou para viver com a mulher com que falava ao telefone no momento em que foi perfurado pelo anel da antiga companheira.

17 de Fevereiro - Dia do Inventor Mexicano

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Rei Lula e seus Onze Mosqueteiros ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

“Um Por Todos, Todos Por Um”

“OS TRÊS MOSQUETEIROS” é um livro de 1844, de autoria de Alexandre Dumas, que versa sobre importantes fatos do Século XVII, na França, durante os reinados de Luis XIII e Luis XIV. Esse livro rendeu toda espécie de “dividendos” no mundo da cultura. Sem dúvida foi uma das obras primas da literatura.
Mas “Os Três Mosqueteiros” tinha originalmente o título de “Athos, Porthos e Aramis”, que eram membros do corpo de elite dos guardas do rei Luis XIII, os chamados “Mosqueteiros”, e como agiam quase sempre juntos, ficaram mais conhecidos como os “inseparáveis”.
D’Artagnan, com 18 anos, era um jovem francês ambicioso da Gasgonha. Ele foi a Paris com o único objetivo de integrar o corpo dos “mosqueteiros”, a guarda de elite do rei. Apesar de todos os boicotes e embaraços que teve que enfrentar para chegar ao comandante dos “mosqueteiros”, para quem era recomendado em carta de seu pai, ou ao próprio Luiz XIII - boicotes esses idealizados pelo Cardeal Richelieu e Milady, que conspiravam contra o rei - acabou conseguindo o seu intento. Nessa oportunidade conheceu os (3) “inseparáveis”, e depois de resolvida uma “pendenga” rápida com armas brancas entre eles, acabaram se juntando e formando uma grande aliança e amizade, que perdurou pelo resto das suas vidas.
Portanto os “três mosqueteiros” passaram a ser “quatro” na realidade, acrescidos de D’Artagnan, mas o título original do livro foi mantido por sugestão do editor, aceito por Dumas.
Mas não estamos mais no Século XVII. E nem trataremos mais da situação da França.
A pergunta que se impõe nesse momento é saber onde poderia ser encontrada alguma semelhança entre a monarquia da França do Século XVII, no reinado de Luis XIII, e o regime de poder político do Brasil, no Século XXI, durante os governos do “Consórcio” PT/PMDB e outras “patifarias” afins (2003 a 2018). Quem seriam os “mosqueteiros” que hoje protegem o “Consórcio” governante do Brasil, ou o “Rei” do Brasil?
Considerando que os MOSQUETEIROS da França eram a “última instância” protetora do rei Luiz XIII, quais seriam então os “mosqueteiros” do Brasil que estariam dando a mesma proteção, de forma revezada, ao “trio” Lula, Dilma e Temer?
Para que se consiga responder a essa indagação será preciso saber de quem seria a última palavra sobre o destino político e a liberdade ou prisão do ex-Presidente Lula da Silva. Com infinita sabedoria, o patrono dos advogados do Brasil, Rui Barbosa, já lembrava que: “A PIOR DITADURA É A DA JUDICIÁRIO. DAS SUAS DECISÕES NÃO HÁ MAIS A QUEM RECORRER”.
Melhor explicado, sabe-se que a última instância no Poder Judiciário é/ou sempre pode acabar no Supremo Tribunal Federal.  Aí é que estão os “onze mosqueteiros” que certamente terão poder de dar toda a proteção a Lula em relação ao “habeas corpus” que seus advogados impetraram no Supremo para livrá-lo da cadeia e, de “carona”, autorizar sua inscrição e concorrência à Presidência da República agora em 2018. Nem importa que essa decisão “libertadora” tenha força suficiente para desmoralizar totalmente a “instituição” JUSTIÇA BRASILEIRA, no caso específico representada pelo Juiz Federal Sérgio Moro, de Curitiba, e pelo TRF-4, sediado em Porto Alegre, que acabou confirmando a condenação de primeiro grau, com aumento da pena de prisão de Lula. Os “mosqueteiros” do STF terão cumprido à risca a “nobre” missão de ter salvo o “Rei Lula”.
Na verdade, não sou muito chegado a piadas. Mas me arriscaria a propor aos “donos do poder” que convocassem imediatamente uma nova Assembleia Nacional Constituinte (é fácil), escrevendo-se uma nova Constituição, nela reinstalando-se a MONARQUIA, com a investidura de Lula, como Rei, ou seja, o Rei Lula. Ficaria bem mais ao estilo do que esse cidadão das “trevas” sempre pensou e agiu, já que se considera “dono” incontestável do cargo de Presidente da República. Por um lado, certamente ele gostaria, pois quando chegasse o tempo certo, ele poderia ser sucedido pelo seu filho “Lulinha, que também não precisaria se dar ao trabalho de concorrer a nada, porém só pegaria a coroa que era do pai, assim prosseguimento através dos tempos a “Dinastia Lula”.                                                                                                    
Talvez assim aquele rebanho de idiotas, que sempre o consagrou nas urnas, passasse a ter uma merecida e “justa” retribuição da sua irresponsabilidade e leviandade, que foram decisivas para a destruição política, social e econômica de um pais que era promissor e tinha potencialidades para se tornar uma das grandes potências do mundo. Tudo jogado fora.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

O que 13 anos de PT fizeram com a medicina no Brasil

Cresce o apoio a Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados

O apoio na Câmara do Deputados ao pré-candidato Jair Bolsonaro está crescendo rapidamente. 
Cerca de 22 já declararam abertamente que estão com o ex-capitão do Exército. Segundo o Estadão, outros 20 participam dos encontros fechados para discutir a campanha.
“A tendência dele é crescer, pois é popular. Esse é o drama da esquerda e da imprensa engajada. No impeachment, só tínhamos 150 votos na Câmara, mas diante da voz das ruas, esse número aumentou. Jair Bolsonaro está construindo um grupo sem balcão de negócios,”disse o deputado Ônix Lorenzoni, que coordena o grupo de Jair Bolsonaro.

Eleitores de Bolsonaro são os mais informados, aponta pesquisa qualitativa

Bolsonaro, sozinho, muito pouco poderá fazer

É preciso fazer, também, uma limpeza no Congresso Nacional.

Se esse pessoal que compõe o Congresso Nacional não for mudado. Se o pré-candidato Jair Bolsonaro não tiver um respaldo de pelo menos, dois deputados e um senador por Estado, dificilmente ele conseguirá fazer o que vem prometendo, a não ser que ponha militares nos Ministérios e tenha força e respaldo da Caserna para pôr ordem nesse país, que de tão desmoralizado, vai ter Fernando Collor de Mello, novamente, candidato a presidência da República.
Nos Estados Unidos, mesmo Trump tendo maioria no legislativo ele não conseguiu até agora, fazer tudo que disse durante a campanha. Quanto mais no Brasil onde a República está podre, bichada e contaminada pelo crime organizado.
Basta dizer que na Câmara de deputados existem 04 legisladores presidiários, que durante o dia saem da prisão para trabalhar e, diante de um cidadão de bem incrédulo, vão ao Plenário jogar conversa fora, elaborar, votar, promulgar as leis e ganhar uma porrada de dinheiro. Isso, é a mesma coisa que tirar Fernandinho Beira-Mar da penitenciária, durante o dia e levá-lo aos morros cariocas para que o mesmo, pessoalmente, dê as ordens aos seus comandados e, a noite, volte para a prisão são e salvo.
Dessa forma, entendo, que nenhum desses candidatos que estão aí, irá resolver os problemas do País. A impunidade anda tão em evidência que condenados pela Justiça criticam juízes, tribunais e ainda mandam a Justiça enfiar os processos no C.. E tudo, fica o dito pelo não dito, ou seja, nada acontece.
Enquanto isso e/ou por causa disso, incomodados, marginais mandaram militares da Marinha do Brasil fazer menos barulho e, como não foram atendidos, mandaram balas para dentro do quartel. Não houve revide por parte dos militares, nesse caso a polícia foi acionada para tentar prender os bandidos. Ora! Senhores, tudo isso acontece nas barbas do governo, contudo, as INSTITUIÇÕES estão e continuaram desmoralizadas e sem apoio da população, que, indiferente, continua louca por futebol e carnaval
Portanto, não será um presidente da República, sozinho, que irá arrumar essa bagunça. E acreditem! Ainda existem alguns brasileiros que pretendem votar em Collor, Lula e/ou Marina Silva. Isso só pode ser coisa do crime organizado, assessorado e gerenciado pela Máfia.
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